“A gratidão é a memória do coração.”
(George Lillo)
A Fragrância do Coração
“Cada um tem a sua essência....Uns a tem tão transparente que envolve a quem se aproxima; outros, ao contrário, a escondem, e só a revelam quando lhes convém, enfim, quem sabe um dia possamos todos ser qual um jardim, onde todas as essências se misturam e juntas espalham perfumes pelo ar....”
(Elaine Averbuch Neves)
Blog Novo
Abrindo o “Blog Novo” desta semana, com uma amiga querida, Manuela Barroso, do Blog ReflexõesFloridas,
que convido todos a conhecerem! Viajar por entre a magia de sua palavras encantadas! Vamos lá conhecer?
O Outro blog de hoje é o Blog Presentes Love Ga,
http://presenteslovega.blogspot.com.br/ da querida amiga Graça, um blog alegre, colorido, de compra e venda, de presentes! Vamos lá? Conhecer e prestigiar?
“Blogueiros que pensam”!
O novo blog de Patrícia Galis
A Solidariedade continua, gente! Divulguem, afinal, poderia ter acontecido com qualquer um.... “Somos todos anjos de uma asa só.... somente voaremos se nos abraçarmos uns aos outros.”
Apesar deste ato maldoso, cometido por alguém que possui pequenez de espírito, pois precisou roubar, por não ser capaz de construir algo por si só.... Merece toda nossa compaixão, pois sua vida deve ser muito solitária! Afinal, precisou roubar para alimentar a ilusão de que possui companhia, esquecendo-se da maior companhia de
todas que é a presença de Nosso Pai Maior, que NUNCA nos abandona! Gente, o Blogueiros que pensam já está a todo vapor!
Simbora gente! Pois temos fé e sabemos que “Deus existe”!
Datas
No dia de hoje, 1º de abril, comemora-se:
Dia da Mentira
Quem é que já não caiu em brincadeiras de “amigos” no dia 1º de abril?!.... Acredita na mais boba mentirinha contada de forma tão séria, que parece verdade, até o momento em que ouve, dos lábios sorridentes e olhar vitorioso, a já tão conhecida frase: “Caiu! 1º de abril!” E tantas outras, parecidas com esta!
Há muitas explicações e teorias sobre o Dia da Mentira ou Dia dos Bôbos. Uma delas diz que a brincadeira surgiu na França. Desde o começo do Século XVI, o Ano Novo era festejado no dia 25 de Março, data que marcava o início da Primavera.
As festas duravam uma semana e terminavam no dia 1º de Abril.
Depois da adoção do Calendário Gregoriano, em 1564, pelo Rei de França, Carlos IX, que determinou a comemoração do Ano Novo em 1º de Janeiro. Muitos resistiram à mudança e continuaram com o calendário antigo, com o início do Ano Novo em 1º de Abril. Os Gozadores (de plantão, rsrsrs, desde àquela época!) passaram então a ridicularizá-los, enviando presentes esquisitos e convites para festas que não existiam. Essas brincadeiras ficaram conhecidas como “plaisanteries”.
Em países de língua inglesa o Dia da Mentira costuma ser conhecido como “April Fool’s Day” ou Dia dos Tolos;
Na Itália e na França é chamado respectivamente “Pesce D’Aprille” e “Poisson D’Avril” e que significa literalmente “Peixe de Abril”.
As explicações para o apelido “Peixe de Abril” são muitas e, uma delas, diz que os peixinhos aparecem em grande quantidade nos meses de abril, quando inicia a Primavera na França. São tantos peixes, que fica fácil pegá-los com anzol. Então, as pessoas que são “fáceis de pegar” no dia 1º ficaram famosas por serem os Peixes de Abril.
No Brasil a data começou a ser difundida em Pernambuco, onde circulou um periódico de curta duração, chamado “A Mentira”, lançado em 1º de Abril de 1848, com a notícia do falecimento de D. Pedro, desmentida no dia seguinte.
O Jornal “A Mentira” circulou pela última vez em 14 de setembro de 1849, convocando todos os credores para um acerto de contas, no dia 1º de Abril do ano seguinte, dando como referência um local que não existia.
Abolição da Escravidão Indígena no Brasil:
1º de Abril de 1680 ou
06 de Junho de 1755?
Segundo o Professor e Historiador José Ribamar Bessa Freire, do Programa de Estudo de Povos Indígenas da UERJ (Pró-Índio), a Abolição da Escravidão Indígena ocorreu, de forma definitiva, somente depois de 1º de Abril, por iniciativa do Marquês de Pombal. Primeiro, por Lei de 06 de Junho de 1755, válida para todo o Estado do Grão-Pará e Maranhão. Depois, em 1758, a medida foi ampliada, por Alvará, para o Estado do Brasil.
Segundo o Professor Bessa, em 1º de Abril de 1680, o Rei de Portugal publicou mais uma Lei que acabava com o cativeiro dos índios no Brasil. A Lei proibia a escravização de novos índios, mas não libertava os cativos adquiridos antes de sua promulgação.
Muitas das tribos que existiam no país à época de Cabral, desapareceram, quer absorvidas na sociedade dos colonizadores, quer dizimadas pela violência a que os índios em geral foram submetidos durante os últimos cinco séculos. Nesse período, nações inteiras foram massacradas ou escravizadas, explícita ou disfarçadamente, ou morreram de doenças e fome depois que suas terras foram tomadas e seus meios de sobrevivência foram destruídos. A catequização por missionários europeus levou ao desaparecimento de suas crenças religiosas e outras tradições culturais; e a relocação forçada provocou enorme mistura de povos. Muitas das comunidades indígenas que ainda sobrevivem enfrentam miséria, doenças, descaso das autoridades e discriminação pelo resto da sociedade.
“Gratidão é a vibração das cordas da alma, sob o suave toque da benevolência divina.”
(Henry W. Longfellow)
Um abençoado domingo! Repleto de paz e alegria! E lembrem-se, as mudanças acontecem “De dentro pra fora!”
Fontes:


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