By Elaine Averbuch Neves

Sou como você me vê. Posso ser leve como uma brisa ou forte como uma ventania. Depende de quando e como você me vê passar.

– Clarice Lispector -

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Hoje temos 5 comemorações!!


21/09 – Dia da Árvore
 A árvore é o símbolo maior da natureza. Plantar, cuidar, proteger e defender as árvores significa valorizar todo o verde que ainda existe no planeta. A primeira data oficial foi o dia 22 de abril, escolhida pelo governo do Estado de Nebraska, nos Estados Unidos. Esse dia era o aniversário de J. Morton, que foi um grande incentivador do plantio de árvores pela população.
O Brasil contrariou o padrão internacional, quando o presidente Castelo Branco definiu, em 1965, que a "Festa Anual da Árvore" seria no dia 24 de fevereiro. Essa data foi escolhida porque era o início da época das chuvas na região Norte.
Hoje em dia, no Norte e Nordeste, a comemoração acontece na última semana de março e também no dia 21 de setembro, como no restante do país. O Dia da Árvore em 21 de setembro foi escolhido porque ele antecede o início da Primavera no Hemisfério Sul, no dia 23 de setembro, estação onde a natureza parece recuperar toda a vida que estava adormecida pelos dias frios de inverno.
O Dia da Árvore, momento para refletir sobre a conservação da natureza e preservação das nossas matas. Momento para plantar mais uma árvore que um dia irá nos dar sombra e alimento, limpará nosso ar e preservará o solo do planeta.
No Brasil, carregamos fortes laços com a cultura indígena que deu origem a este país; um deles é o amor e respeito pelas árvores como representantes maiores da imensa riqueza natural que possuímos. Os índios também utilizavam este período para iniciar a época de plantio, organizando-se pelo calendário lunar.
Confirmando o carinho e respeito pela natureza, no Brasil, há 30 anos, formalizou-se então o dia 21 de Setembro como o Dia da Árvore – o dia que marca um novo ciclo para o meio ambiente.
Com a chegada da primavera podemos ver as cidades mais alegres, pois essas se enchem de flores de todas as cores.
Muitos pensam que a árvore que simboliza o Brasil é o pau-brasil, em razão do nome, mas esse título cabe ao ipê amarelo, uma das cores que representam o nosso país. O pau-brasil encontra-se em extinção, pois foi muito contrabandeado por ser uma madeira de cor avermelhada e de aparência nobre. Além dessa, o jacarandá, o mogno e o pinheiro também se encontram nas mesmas condições de extinção.

As árvores são plantas que possuem um caule lenhoso e são constituídas por raiz, caule, folha, flor, fruto e sementes. São elas que nos fornecem o ar que respiramos, além das frutas e outros tipos de alimentos; protegem a terra com sua sombra e suas raízes; evaporam água, participando do ciclo hidrológico e mantendo o ar úmido;  madeira para construção de móveis, casas, objetos decorativos, cercas; também fornecem remédios; celulose, matéria-prima para a fabricação de papel.
Em face da vida moderna e do aumento da população mundial, às necessidades dos homens em construir novas moradias e melhorar suas condições de vida, as árvores acabaram sendo alvo de destruição, pois grandes áreas foram desmatadas para a construção das cidades.


O contrabando de madeiras também fez com que grandes áreas fossem destruídas, principalmente na floresta amazônica, onde o acesso a outros países é mais fácil e próximo. Os prejuízos seriam menores se fossem plantadas novas árvores nos lugares das devastações, mas o tempo que levam para crescer é muito grande.
O homem precisa ter consciência de que as plantas também são seres vivos e que levam tempo para se desenvolverem. Uma árvore leva longos anos para ficar bem desenvolvida e algumas são tão velhas que são tombadas como patrimônio histórico, devendo ser preservadas.

Nem todos sabem entender o significado que existe numa árvore. Ela é um ser vivo como nós, e portanto nasce, cresce e morre, luta para sobreviver, pois tem apego à vida. Não nos prejudica, o que seria suficiente para respeitá-la. Devemos respeitar a árvore, não só pelo que é em si mesma, mas por ser necessária à nossa própria vida. Quando alguém destrói uma árvore, está destruindo uma fonte de vida no planeta.
Desenvolvido pelo Programa das Nações Unidas para o Meio-Ambiente, a Campanha "Plante 7 Bilhões de Árvores" é um projeto mundial com o objetivo de encorajar o plantio de árvores nativas e de árvores que são apropriadas ao meio ambiente local, com o apoio de cidadãos e governantes.
O Programa das Nações Unidas para o Meio-Ambiente existe desde 1972 como agência da ONU que catalisa as ações brasileiras e internacionais que visam a proteção do meio ambiente por meio do desenvolvimento sustentável.
Neste último século, o meio ambiente vem sofrendo uma grande e acelerada transformação. E muitas destas alterações na natureza são praticamente irreversíveis a curto ou médio prazo. Desmatamentos e queimadas lançam, anualmente, mais de 200 milhões de toneladas de carbono na atmosfera.  Entre 2002 e 2005, a Amazônia perdeu 70.000km² de seu território em virtude de desmatamentos e queimadas indiscriminadas.
 Até o final do século, prevê-se um aumento de até 7°C na temperatura da região semi-árida do nordeste brasileiro. Atualmente, cerca de 1,2 bilhões de pessoas se encontram no estado de alta pobreza devido às condições climáticas de suas regiões. O Brasil é quarto maior poluidor do planeta. Se continuarmos com o mesmo ritmo de desenvolvimento, sem procurarmos estabelecer limites ao manejo e preservação dos recursos ambientais, a qualidade de vida no planeta diminuirá vertiginosamente.
Por menor que seja o ser vivo, ele faz parte de uma cadeia gigantesca de necessidades vitais para a sobrevivência de outros seres que provém a oportunidade de vida na Terra. O ser humano, como maior responsável pelas ações de progresso no planeta e como maior beneficiário dos recursos naturais, tem obrigação por manter o nosso ambiente habitável pelo maior tempo possível.
Parques e Reservas Naturais são ótimas alternativas para convertermos a situação atual, mas ainda precisamos fazer mais. Se cada brasileiro plantasse uma árvore ao ano, em dez anos conseguiríamos multiplicar imensamente a absorção de todos os poluentes do planeta.
Enquanto uns esperam, faça você a sua parte. Plante árvores, eduque da melhor maneira possível os que lhe cercam, participe como voluntário em iniciativas, mesmo que elas sejam pequenas. Cada um de nós fazendo um pouco, conseguiremos altos resultados.
 Observar uma árvore traz o poder de conexão com a natureza.
"Aprenda a amar as árvores e aprenderá amar a si mesmo" (Silvio Campos)

Fontes:
21/09 – Dia da Luta Nacional das Pessoas com Deficiência
No dia 21 de setembro é comemorado no Brasil o Dia da Luta Nacional das Pessoas com Deficiência. Teoricamente, os 14,5% da população (número de pessoas, segundo o IBGE, que possui algum tipo de deficiência), tem muito o que comemorar. O Dia Nacional de Luta das Pessoas Deficientes foi instituído pelo movimento social em Encontro Nacional, em 1982, com todas as entidades nacionais. Foi escolhido o dia 21 de setembro pela proximidade com a primavera e o dia da árvore, numa representação do nascimento das reivindicações de cidadania e participação plena em igualdade de condições.
Desde 2001, o Brasil integra a Organização dos Estados Americanos (OEA) na Convenção Interamericana para Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Pessoas com Deficiência. Em 2008, foi ratificada pelo Congresso Nacional a inclusão do País na Convenção da Organização das Nações Unidas (ONU), que propõem medidas duras para garantir maior abrangência à política nacional de atendimento às pessoas com deficiência. Há mais de 20 anos, vigora lei federal que garante o acesso do segmento aos direitos básicos como saúde, educação, emprego e moradia. Isso tudo, porém, é a teoria. Na prática, a maior parte dos deficientes físicos brasileiros ainda enfrenta barreiras. A primeira delas – e, talvez, a mais importante – é a falta de conhecimento de seus direitos. Outra questão controversa surgida recentemente é a resolução do Conselho Nacional da Educação (CNE) que torna obrigatória a matrícula de pessoas com deficiência no ensino comum, com a possibilidade de o aluno frequentar o atendimento educacional especializado no contra-turno.

Algumas das Leis para a Pessoa com Deficiência:

O Dia Nacional de Luta das Pessoas com Deficiência foi instituído em 2005 por meio da Lei 11.133.
  Lei Federal nº 7.853, de 24/10/1989, dispõe sobre as responsabilidades do poder público nas áreas da educação, saúde, formação profissional, trabalho, recursos humanos, acessibilidade aos espaços públicos, criminalização do preconceito.
          Lei Federal nº 8.213, 24/07/1991, dispõe que as empresas com 100 (cem) ou mais empregados devem empregar de 2% a 5% de pessoas com deficiência.
          Lei Federal nº 10.098, de 20/12/2000, dispõe sobre acessibilidade nos edifícios públicos ou de uso coletivo, nos edifícios de uso privado, nos veículos de transporte coletivo, nos sistemas de comunicação e sinalização, e ajudas técnicas que contribuam para a autonomia das pessoas com deficiência.
          Lei Federal nº 10.436, 24/04/2002, dispõe sobre o reconhecimento da LIBRAS - ngua Brasileira de Sinais para os Surdos .
O que marca fortemente as comemorações do dia 21 de setembro é o incentivo à reestruturação das cidades brasileiras, buscando a construção de espaços acessíveis às pessoas com deficiência e adaptando os já existentes, de modo a atender as necessidades das pessoas com deficiência.
Os grandes problemas hoje, sem dúvida, são os prédios de uso público. Agências bancárias, lotéricas, hospitais, lojas, restaurantes, todos esses precisam se adaptar. Não basta ter lei, ela tem que ser cumprida e é cumprida na medida em que haja cobrança.
Nunca houve no Brasil tantas políticas públicas voltadas para a deficiência, como nesses últimos 15 anos.
Uma das prioridades dessa luta é a educação, já que em grande parte das escolas, principalmente nas estaduais, ainda é inacessível, tanto na questão física, quanto na pedagógica.
As pessoas com deficiência representam uma parcela integrante da
sociedade e exigem o respeito efetivo aos direitos e responsabilidades que lhes são reservados para participarem plenamente da vida comunitária e contribuírem como seres humanos socialmente úteis.

As pessoas com deficiência não reivindicam benefícios que tenham
características de dádivas, privilégios ou concessões, mas reivindicam o que é de pleno direito delas como cidadãos de um país e seres humanos integrais.

O Brasil é um país com uma população total de 190.755.799 habitantes,  segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) 2010, distribuídos por uma extensão territorial de 8.502.728,269 Km2.
 O País caminha velozmente rumo a um perfil demográfico cada vez mais envelhecido, pois o índice de envelhecimento aponta para mudanças na estrutura etária da população brasileira. Em 2008, para cada grupo de 100 crianças de 0 a 14 anos, existiam 24,7 idosos de 65 anos ou mais. Em 2050, o quadro muda e para cada 100 crianças de 0 a 14 anos existirão 172,7 idosos.
Os resultados do Censo 2000 mostram que, aproximadamente, 24,6 milhões de pessoas, ou 14,5% da população total, apresentam algum tipo de deficiência. O IBGE levou em conta que deficientes são pessoas com ao menos alguma dificuldade de enxergar, ouvir, locomover-se ou alguma deficiência física ou mental.
 É importante destacar que a proporção de deficientes aumenta com a idade, passando de 4,3% nas crianças até 14 anos para 54% do total das pessoas com idade superior a 65 anos. À medida que a estrutura da população está mais envelhecida, a proporção de pessoas com deficiência aumenta, surgindo um novo elenco de demandas para atender as necessidades específicas deste grupo.
Além de graves problemas de falta de acessibilidade em locais públicos e de uso comum, as pessoas com deficiência enfrentam diversas outras dificuldades:

- Alto custo de medicamentos e tratamentos;

- Discriminação e preconceito;

- Dificuldade em se colocar no mercado de trabalho;

- Ausência de escolas preparadas (pedagógica e estruturalmente) para receber crianças com deficiência e promover sua inclusão à sociedade;

- Alto custo de equipamentos mais sofisticados (uma cadeiras de rodas de qualidade ou um smartphone com recursos de acessibilidade para cegos e surdos, por exemplo);

- Grande burocracia para ter acesso a alguns benefícios, como desconto na aquisição de veículos, descontos em passagens aéreas, seguros, aposentadorias e outros;

- Falta de acessibilidade nos meios de comunicação e entretenimento (principalmente em websites, televisão, cinemas e teatros);

- Falta de treinamento das pessoas que trabalham no atendimento ao público (shoppings, aeroportos, restaurantes, bancos e outros);

- Falta de transporte público acessível, tanto urbano quanto intermunicipal e interestadual.

Existem muitos outros problemas além dos citados acima. Muitos deles já possuem soluções garantidas por lei, mas grande parte das pessoas com deficiência ou seus familiares desconhece este fato. Além disso, no Brasil, infelizmente, o que é de direito do cidadão tem de ser "solicitado", enquanto deveria simplesmente ser oferecido pelo poder público e pela iniciativa privada.
O Alfabeto de Libras (Língua Brasileira de Sinais), teve sua origem ainda no Império, em 1856. O Conde francês Ernest Huet  desembarcou no Rio de Janeiro com o Alfabeto Manual Francês e alguns sinais. O material trazido pelo conde, que era surdo, foi adaptado e deu origem à Libras. Este sistema foi amplamente difundido e assimilado no Brasil. No entanto, a oficialização em lei da Libras só ocorreu um século e meio depois, em abril de 2002. Nesse período o Brasil trocou a Monarquia pela República, teve seis Constituições e viveu a Ditadura Militar.
 Asas que dão liberdade
 O longo intervalo deve-se a uma decisão tomada no Congresso Mundial de Surdos, na cidade italiana de Milão, em 1880. No evento, ficou decidido que a Língua de Sinais deveria ser abolida, ação que o Brasil implementou em 1881. A Libras quase mudou de nome e só voltou a vigorar em 1991, no Estado de Minas Gerais, com uma Lei Estadual. Só em agosto de 2001, com o Programa Nacional de Apoio à Educação do Surdo, os primeiros oitenta professores foram preparados para lecionar a Língua Brasileira de Sinais. A Regulamentação da Libras em âmbito federal só se deu em 24 de abril de 2002, com a Lei nº 10.436.
Vamos todos juntos, cidadãos de bem, com deficiência ou não, divulgar e adotar esta grande luta!

Fontes:
http://librasalemdosentidos.spaceblog.com.br/
21/09 – Dia Internacional da Paz
Nesta quarta-feira, 21 de setembro, celebra-se o Dia Internacional da Paz. Por essa ocasião, o Secretário Geral das Nações Unidas, Ban Ki-Moon, preparou mensagem na qual ressalta a importância da democracia no processo de promoção da paz.
“A cada ano – disse Ban -, no Dia Internacional da Paz, pessoas do mundo todo trabalham pela causa da não violência e pela conquista da harmonia entre todos os povos e nações.” Quanto ao tema deste ano,
“A Paz é Nossa Missão: a nossa busca cotidiana”, disse concentrar-se sobre a atualidade da paz e da democracia. E “a democracia – afirmou – é crucial para os direitos humanos, fornece modos para resolver as diferenças, dá esperança aos marginalizados e poder às pessoas”. 
Fez a ressalva, contudo, de que “a democracia não se materializa sozinha, deve ser nutrida e defendida”. Para o Secretário Geral da Onu, “o mundo precisa que todos se manifestem a favor da justiça social e da liberdade de imprensa, por um ambiente limpo e pela emancipação das mulheres, por um Estado de Direito e pelo direito de se delinear o próprio futuro”. O dia 21 de setembro, Dia Internacional da Paz, é celebrado em todo o mundo.

É importante envolvermos nossas crianças para que desde cedo tenham noções de como lutar pela paz, envolver-se em trabalhos sociais e de ajuda humanitária. Uma criança que cresce com valores sólidos, tornam-se adultos conscientes do seu papel nesse mundo.
A palavra PAZ é derivada do latim Pax, Absentia Belli, e é definida, de uma forma geral e por diferentes dicionários, como um estado de tranquilidade, sossego, ou quietude, bem como uma ausência de distúrbios ou de agitação. Utiliza-se a palavra PAZ para referir-se também à ausência de guerra ou de violência.

No entanto, a paz pode e é definida de diversas formas, em vários contextos: econômico, político, social, religioso, etc. Independentemente do seu significado, a paz é um estado que desejamos e buscamos todos os dias, e uma condição muito necessária na educação dos nossos filhos.

O Dia Internacional da Paz se estabeleceu originalmente em 1981 na resolução 37/67 da Assembléia Geral das Nações Unidas para que coincidisse com a inauguração do seu período de sessões em cada setembro. Foi no ano de 2001, quando a Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) declarou que o dia 21 de setembro será uma data orientada para celebrar e observar a paz. Um dia dedicado para comemorar e fortalecer ideais de paz em cada nação e cada cidade e entre eles. A carta da ONU chama atenção para “praticar a tolerância e a conviver em paz como bons vizinhos”, além de unir nossas forças para manter a paz e a segurança internacional. Alertou também que neste dia se observará como um dia de cessar fogo e de não violência a nível mundial.
Guerras e disputas existiram, existem e certamente vão continuar existindo no mundo. Não é fácil a aceitação das diferenças, principalmente quando vêm acompanhadas de antigos e arraigados ódios.
Muitas nações ainda lutam entre si. Às vezes, que ironia, em nome de Deus, deuses ou deusas. Aquilo que deveria unir, um sentimento de obediência e respeito ao Criador e, portanto, às coisas criadas, acaba sendo motivo de desunião, de desamor, de não confraternização.
 
Estima-se que as despesas militares no mundo ultrapassam 1 trilhão de dólares americanos, por ano, e que este valor vem crescendo de uma forma constante. Por outro lado, segundo a UNESCO, os gastos com a Educação em 39% nos países sobre os quais há dados disponíveis, desde 1999. A UNESCO estima que serão necessários 11 bilhões de dólares adicionais, por ano, de ajuda externa para se atingir a educação básica e universal nos países em desenvolvimento até ao ano 2015.
 
É tempo de os governos e os grupos armados adotarem a via do diálogo para pôr fim à violência que afeta os seus países. Os custos em vidas humanas são incalculáveis. O desperdício de recursos para manter a máquina de guerra é injustificável.
Importante, portanto, que no Dia Internacional da Paz a humanidade como um todo,  se veja, se enxergue,  como um único e absoluto caminho para a paz e cada homem, cada mulher, cada criança se esforce para assumir um compromisso com esse caminho.
Este ano, mantendo a tradição de outros anos, os escritórios das Nações Unidas, organismos governamentais e não governamentais e a sociedade civil e os grupos religiosos planejam celebrar em todo o mundo numerosas atividades educativas, de sensibilização da opinião pública, e de observação para promover os ideais de paz e não violência, a nível mundial.
Fontes:
http://www.grandefraternidadebranca.com.br/
21/09 – Dia do Rádio e do Radialista
Dois fatores foram essenciais para o investimento e o conseqüente desenvolvimento do rádio: a disputa de novos mercados para a produção industrial em expansão, após a Primeira Grande Guerra, e a salvaguarda da vida no mar.
Das interferências e ruídos dos primeiros aparelhos de rádio, pesados, enormes e à válvula, aos pequenos, leves e modernos rádios de transistores, muita pesquisa e empenho foi necessário.
Dois nomes foram de extrema importância para o desenvolvimento do rádio. Segundo registra a história e a data de registro da patente, o italiano Guglielmo Marconi foi o responsável pela invenção do rádio.
No entanto, também se cogita que um padre brasileiro, chamado Roberto Landell de Moura, teria sido o primeiro a transmitir a voz humana sem auxílio de fios.

A patente para o seu invento, no entanto, só foi conseguida depois que Marconi já havia patenteado sua invenção.
A primeira emissora de rádio no Brasil foi fundada em 20 de abril de 1923, tendo como fundador Edgar Roquete Pinto, na Academia Brasileira de Ciências, a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, com o prefixo PRA-A. Logo depois veio a Rádio Clube do Brasil PRA-B, fundada por Elba Dias. 
Em São Paulo/SP, a primeira Emissora foi a EDUCADORA PAULISTA, fundada em 1924, e em Belo Horizonte, a primeira rádio foi a RÁDIO MINEIRA, fundada em 30 de maio de 1936. Hoje, lamentavelmente, fora do ar. Mas, a primeira transmissão do Rádio foi no dia 07 de setembro de 1922, durante a exposição comemorativa do centenário da independência. O discurso do então Presidente da República, Epitácio Pessoa, além de ser ouvido no recinto da exposição, chegou também em Niterói, Petrópolis e São Paulo, graças à instalação de uma retransmissora no Corcovado e de aparelhos de recepção nesses locais. Hoje são milhares de rádios espalhadas pelo país, levando alegria , entretenimento e informação para um Brasil de audiência, e principalmente ao ouvinte que sempre fez do Rádio, seu grande companheiro. 

O profissional de Radialismo é responsável por criar, produzir e dirigir programas para rádio e televisão.
Para isso o radialista deve ter conhecimentos de conceitos de Comunicação Social e de procedimentos técnicos da atividade profissional.
O radialista também produz textos para televisão e rádio e trabalha com narração e comentário.
Este profissional pode exercer as funções de comunicador social em emissoras de TV e rádio, pode escrever ou adaptar roteirosalém de organizar e dirigir programas de rádio e televisão.
 
Em pouco tempo, a radiodifusão compreendida como “transmissão de som e de imagens por meio de ondas de radiofrequência que se propagam eletro-magneticamente através do espaço” será radicalmente ampliada. Com a transferência de tecnologias, rádio e TV digitalizados diversificarão seus potenciais – pelas ondas sonoras passarão, simultaneamente, conteúdos múltiplos. O cenário impõe que radialistas e radiodifusores repensem o setor, adequando formas de sustentabilidade e de trabalho. Profissionais precisam qualificar-se constantemente, incorporar as novas técnicas e, ao mesmo tempo, imprimir nelas seu conhecimento – o futuro da radiodifusão é imprescindível essa mescla de saberes.
O rádio e a televisão aberta ainda representam os meios de informação e de entretenimento mais importantes para a maioria da população no Brasil – 88,9% dos domicílios brasileiros possuem rádio e 91,1% possuem televisão, conforme a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2008, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia Estatística-IBGE. No decorrer dos 87 anos de existência do rádio e 59 anos da TV no Brasil, a competência e a criatividade dos profissionais do setor ganharam o país de um extremo a outro.


O que o futuro reserva para os radialistas? A chegada do rádio, há 87 anos, colocou em xeque a vida dos periódicos impressos. A implantação da televisão, há 59 anos, pôs em risco a existência do rádio. O tempo, porém, tratou de absorver cada veículo com suas características e fins diferenciados. Todos sobreviveram – e se desenvolveram. A informática e a popularização da internet, a entrada das empresas de telefonia na transmissão de conteúdo audiovisual decretarão a morte do rádio e da televisão?


A Lei 6.615/1978, que rege a profissão de radialista, é regulamentada pelo Decreto 84.134, de 30/10/1979. Nos termos da lei, a profissão compreende as atividades de administração, produção e técnica, que se subdividem em 94 funções. Os profissionais da área devem obter o registro junto à Delegacia Regional do Trabalho (DRT) – validado, previamente, pelo sindicato da categoria. A ordenação do setor, com as novas tecnologias, precisa, porém, reorganizar-se. A Lei 6.615 dá garantias trabalhistas ao radialista.
 
A diversidade de players digitais e internet fragmentam a audiência. Há mídias de todos os tamanhos, potência, finalidades – móveis ou não. Cada uma reflete, de forma até individualizada, necessidades diferentes. “Uma diversidade de dispositivos tecnológicos que enfrentam diretamente os interesses do público. Há cada vez mais pessoas pagando, inclusive, por esses serviços”, esta é uma questão também vinculada às gerações, aos comportamentos sociais.
Uma crise de paradigmas recai sobre a radiodifusão. As vantagens advindas da digitalização do rádio e da TV, da mídia em convergência e os problemas apontados pelos especialistas requerem mais do que o esforço dos radialistas e dos radiodifusores, de forma individual ou conjunta, por se manterem na cadeia produtiva e na exploração dos serviços. Um novo modelo se impõe, exigindo que sejam criadas políticas públicas para o setor.
Dentro de cada Radialista existe um inexplicável sentimento de dedicação e o interesse pelo que faz. Só o idealismo não é o suficiente, existe a necessidade do talento. Com milhares de bons Radialistas espalhados pelo Brasil, o Rádio é hoje rico, oferecendo boas opções para aquele que merece todo o nosso respeito: o ouvinte. O Radialista é um sonhador, um apaixonado que faz parte do cotidiano das pessoas. Relembremos de programas que marcaram época nos tempos áureos da comunicação de rádio tais como: Roquete Pinto, Repórter Esso, as radionovelas, os narradores de futebol que serviram de exemplo para muitos como: Waldir Amaral, Jorge Cury, José Carlos Araujo, Osmar Santos, Djalma Costa Lino, Nilton Nogueira, dentre tantos outros que se tornaram ícones no ofício dessa profissão.
 
Fica aqui a homenagem do Blog a todos os Radialistas do Brasil! E salve o Rádio Brasileiro!! Parabéns!!
Fontes:
http://www.brasilcultura.com.br/
http://www.velhosamigos.com.br/
http://www.toninholima.com.br
http://www.portalsaofrancisco.com.br/
http://blogdalu.magazineluiza.com.br/
21/09 – Dia do Fazendeiro
Na Roma antiga, os grandes domínios privados de terras, os latifúndios, pertenciam somente à aristocracia. Esses nobres eram chamados de latifundiários.
Hoje, essa denominação é dada ao dono da grande propriedade rural, onde a quase a totalidade das terras não são cultivadas e é explorada com técnicas de baixa produtividade.

Através dos séculos passamos para o conceito de fazenda, que é uma grande propriedade rural, de lavoura ou de criação de gado, com alta produtividade. Assim temos a definição de fazendeiro à pessoa que possui ou cultiva fazendas.
No Brasil colônia as fazendas eram muito grandes.
Os "senhores", que eram chamados os fazendeiros, e suas famílias viviam na casa-grande ou sede. Em geral, eram muito ricos e ocupavam cargos públicos, como juízes de paz, oficiais da Guarda Nacional, deputados, governadores municipais e provinciais.

A ânsia pelas riquezas fazia com que os casamentos fossem cada vez mais freqüentes entre essas famílias. De modo que as propriedades não eram divididas. Outro desejo comum era obter um título de nobreza.
Para alcançar esse objetivo, eles prestavam serviço ou trocavam favores como o Imperador, ou compravam o título. A maioria dos grandes fazendeiros tornava-se barão. Os barões do café, do cacau e outros, valorizavam hábitos e comportamentos que consideravam adequados à nobreza. Eram hospitaleiros com os conhecidos, protegiam os afilhados, financiavam obras culturais e beneficentes, viajavam muito e mandavam os filhos à Europa para estudar.
Tudo mudou para os fazendeiros brasileiros com a abolição dos escravos e a chegada dos imigrantes. Aos poucos foram empobrecendo e a nobreza estava apenas no título comprado. A maioria adaptou-se aos novos tempos, que a república exigia, e novas gerações de fazendeiros surgiram. Os fazendeiros, nos últimos anos do século XIX, tornaram-se empresários modernos.
Donos de fazendas mecanizadas utilizam equipamentos aperfeiçoados, como ventiladores, despolpadores e separadores de grãos. Com isso, geram muitos empregos, pelas várias tarefas especializadas que aumentam a divisão do trabalho e a produtividade. Hoje, os fazendeiros ocupam um lugar de destaque, em qualquer país do mundo, onde a agricultura faz parte do primeiro setor da economia, como gerador de recursos para as nações.
Tornaram-se importantes geradores de divisas nacionais, pois fornecerem alimentos para o mercado interno e também exportam muito. Além disso, colaboram para o avanço das pesquisas tecnológicas.
O peso do setor agrário na economia brasileira é indiscutível. As exportações vão bem, mas, na estrutura econômica como um todo, não se pode perder de vista o fortalecimento do mercado interno. É inegável que a prosperidade no campo alavanca o desenvolvimento nas cidades. A capitalização dos fazendeiros deverá incentivar a abertura de empregos em outras áreas da economia, como nas indústrias de construção civil, têxtil e automobilística.
Mas, o que se observa atualmente é uma redução no número de fazendeiros.  Naturalmente, os números declinantes de fazendeiros nas nações industrializadas não significam uma redução da importância do setor agrícola. 

O mundo ainda precisa comer (e 80 milhões mais de bocas para alimentar a cada ano), portanto, o número menor de fazendeiros significa maiores fazendas e maior concentração de posse. A figura do fazendeiro como pequeno produtor já é bem rara nos dias de hoje. Uma questão central é a da própria estrutura agrária do País. Ainda hoje a reforma agrária é tema da maior importância, uma forma de dar ao homem uma opção de permanência no campo, uma alternativa barata de geração de empregos para uma população com pouca educação formal e técnica, além de propiciar a criação de um novo grupo de compradores de bens de consumo, insumos e máquinas agrícolas.  Enquanto a solução não chega, movimentos como o MST (Movimento dos Sem-Terra) entram em conflitos constantes com os grandes fazendeiros, numa luta por terra e por dignidade. 
Fontes:
E lembrem-se, as mudanças acontecem "De dentro pra fora!" 











 










Um comentário:

Luna Di Primo disse...

temos aqui uma verdadeira escola: aula de história, cidadania, ecologia, ambientalismo... amiga, tem que ter tempo pra tanta informação... é chegar de manha e sair de noite... bjuuu de linda noite.