By Elaine Averbuch Neves

Sou como você me vê. Posso ser leve como uma brisa ou forte como uma ventania. Depende de quando e como você me vê passar.

– Clarice Lispector -

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Compreender.... um dever de todos nós....


11/10 – Dia do Deficiente Físico
De acordo com último censo feito pelo IBGE, há no Brasil 24,6 milhões de pessoas portadoras de deficiências. Destas, mais de 9 milhões são portadoras de algum tipo de deficiência física.
Os números são grandes e significativos, existe uma população capaz de exercer funções e ocupar postos de trabalho e que para isso precisa de atenção e capacitação. O objetivo ao criar um dia especial para o deficiente físico é o de propor a reflexão e revisão das políticas criadas para esta parcela de brasileiros. 
A Lei 8.213/91 obriga empresas com mais de 100 funcionários a reservar vagas para portadores de deficiências e, ao criar postos de trabalho inclui o deficiente na sociedade e na População Economicamente ativa (PEA) melhorando suas condições de vida e cidadania. 

Infelizmente, ainda é preciso realizar muitas mudanças para que o deficiente físico se torne independente. Com o passar dos anos, a deficiência passou a ser vista como uma necessidade especial, pois as pessoas precisam de tratamentos diferenciados e especiais para viver com dignidade. Sabemos que isso não acontece, pois o mundo não é adaptado para essas pessoas, que sofrem muito em seu dia a dia.
Construir rampinhas nas ruas é uma forma de mascarar o verdadeiro tratamento que os mesmos deveriam receber. Além destas, em nosso meio social deveria existir leitura em braile para atender os deficientes visuais; acesso aos ônibus e lugares públicos aos cadeirantes; que a população aprendesse a conversar na linguagem de libras, para atender os surdos/mudos; além de planos governamentais voltados para a saúde e reabilitação dessas pessoas, visando amenizar suas dificuldades bem como capacitá-las para a vida social, para o exercício da cidadania. As escolas deveriam ter profissionais preparados para lidar com as limitações, assumindo maior compromisso com a formação dos professores, coordenadores e diretores, que muitas vezes não sabem como lidar com as necessidades especiais. É dever de a escola promover conhecimento a fim de garantir o aprendizado de uma profissão, dando-lhes garantia e dignidade para o futuro.
Não adianta afirmar que a sociedade não está preparada. Afinal já fazem “anos” que a sociedade não está “preparada”! Passou da hora de arregaçarmos as mangas e tratar os portadores de necessidades especiais como pessoas normais, pois são normais embora tenham algumas limitações. Todas as pessoas são diferentes, assim como a cor dos olhos, dos cabelos, a raça, enfim, existem aquelas que apresentam as diferenças físicas, mas que são pessoas como outra qualquer. Tratá-las com indiferença ou com desrespeito são formas de preconceito, previsto na Constituição do Brasil, assim como é direito desses estar incluídos na sociedade, pois são produtivos e capazes.
O desrespeito às condições básicas do deficiente é considerado crime perante a Justiça. Negar emprego sem justa causa, não aceitar matrícula de um aluno deficiente, são crimes que podem levar até quatro anos de prisão. Os deficientes pagam seus impostos e também votam, por isso devem ter seus direitos cumpridos.
Hoje, dia do deficiente físico, é um bom momento para pararmos e olharmos ao nosso redor, pensando nas dificuldades que são encontradas pelos portadores de deficiência nos gestos e movimentos mais simples do dia-a-dia. Nas dificuldades para andar pelas ruas, tomar uma condução, entrar em lojas e bancos; uma infinidade de situações que é até difícil de imaginar.Uma sociedade mais justa, igualitária e acessível, mas, para que isso aconteça,  a aceitação e o fim do preconceito são atitudes fundamentais para que haja uma real inclusão social.
Fontes:
11/10 – Dia do Teatro Municipal
Inaugurado a 11 de outubro de 1983, o Museu do Teatro Municipal de São Paulo não se restringe apenas aos espaços destinados às salas de exposições, depósitos de acervo, ateliers de montagens e salas de administração. O objetivo é que todo o prédio do Teatro, inclusive sua projeção física e cultural na cidade, seja envolvido pelo espírito de um Museu vivo. Cada detalhe arquitetônico e decorativo, sua história ligada aos acontecimentos sociais da cidade neste século, seus objetos e documentos, o processo de produção artística, enfim, todo o clima gerado pelo monumento a nível simbólico deverá ser evidenciado e organizado em forma de conhecimento científico e estímulo estético.
Feito para ter o palco ocupado quase que exclusivamente por óperas, o Municipal demonstrava, dez anos após sua inauguração, que não estava limitado às árias e ao lirismo, para tristeza e irritação dos puristas. Nos anos 20, os paulistanos puderam apreciar as performances das bailarinas Anna Pavlova e Isadora Duncan. Na mesma década, abrigou a Semana de Arte Moderna, que teve entre seus maiores expoentes Mário e Oswald de Andrade, Villa-Lobos, Anita Malfatti e Tarsila do Amaral.
Nos anos que se seguiram, a opulência do Municipal foi desaparecendo lentamente por causa das novas construções e hábitos da cidade. As Lojas Anglo-Americanas (antigo Mappin), o prédio do Banespa, o Hotel Esplanada (na época, o mais elegante de São Paulo, atualmente sede do grupo Votorantim), transformaram a função cultural que os arredores do teatro tinham em sua origem.
O teatro foi reformado duas vezes: uma na gestão do prefeito Faria Lima, quando as paredes foram pintadas e o lustre central da platéia, de 360 lâmpadas, regulado e o projeto original descaracterizado. A outra começou na administração de Jânio Quadros e foi concluída pela prefeita Luiza Erundina. Nesta, procurou-se preservar e restaurar o trabalho de Ramos de Azevedo. A fidelidade foi tanta que a fachada externa foi restaurada com arenito vindo da mesma mina que forneceu o material para a construção do início do século.
Muitos artistas puderam visitar a cidade e se apresentar no Municipal. Foram vários os nomes importantes no palco: interpretando óperas, Enrico Caruso, Maria Callas, Bidu Sayão e Tito Schipa; na regência, o maestro Arturo Toscanini. A arte dramática foi representada com o melhor produzido dentro (Procópio Ferreira e Cacilda Becker) e fora (Viven Leigh, Raymond Jérôme) do País.

Fontes:

11/10 – Dia Mundial de Combate à Obesidade
O Dia Mundial de Combate à Obesidade, comemorado em 11 de outubro, tem como objetivo promover uma reflexão sobre os hábitos alimentares e o crescente ganho de peso da população. Embora a maioria dos adultos esteja consciente dos riscos do excesso de gordura no organismo, a relação das crianças com a comida está cada vez pior.
No Brasil, cerca de 15% das crianças estão acima do peso. Dessas, 5% têm hipertensão e outras doenças relacionadas à obesidade, como colesterol alto, diabetes e problemas articulares.
A criança engorda, principalmente, por causa da atitude dos pais em relação à alimentação. A mãe que se preocupa excessivamente com a fome do filho, força que ele termine o prato ou usa a sobremesa e os passeios ao fast food como prêmio pelo bom comportamento, tem mais chances de ter um filho obeso. Os organismos internacionais acreditam que estamos frente a uma epidemia de obesidade infantil, pois a incidência da doença duplicou nas últimas décadas.
Homens e mulheres estão muito preocupados com a forma física e essa preocupação acaba passando para as crianças. Pais que só falam de dieta e exercícios criam uma neurose nos filhos, que começam a ter uma relação ruim com a comida. Eles acabam deixando de comer ou comem em excesso em momentos de tensão – resumem especialistas.
Não dê espaço para a má qualidade de vida para você e sua família, permita-lhe saúde e bem-estar sempre. Cultive saúde!
E não precisa atacar a geladeira, procure alimentos saudáveis e que saciem sua fome!
Cuide-se! Viva bem e seja feliz!!!
 Fontes:
E lembrem-se, as mudanças acontecem “De dentro pra fora!”

 










 











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