By Elaine Averbuch Neves

Sou como você me vê. Posso ser leve como uma brisa ou forte como uma ventania. Depende de quando e como você me vê passar.

– Clarice Lispector -

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Gente que reabilita gente.... mãos que dão mais vida....

13/10 – Dia do Fisioterapeuta
Em 13 de outubro é comemorado o dia do fisioterapeuta, um dos profissionais que mais tem se destacado no mercado atualmente. A escolha da data foi em decorrência da aprovação do Decreto Lei nº 908/69, publicado na mesma data, regulamentando a profissão. Além desse, em 1975 foi aprovada a Lei nº 6316, em caráter federal, outorgando direitos e deveres a esses profissionais e suas responsabilidades.
Fisioterapeutas são profissionais que tratam de pacientes com dificuldades respiratórias, dores musculares e dificuldades nos movimentos, principalmente da coluna vertebral, através da manipulação de partes afetadas do corpo e de exercícios.
As atividades dos fisioterapeutas incluem criar e aplicar exercícios para:
aumentar a capacidade respiratória de pacientes com problemas respiratórios;
desenvolver a capacidade física e motora de bebês e crianças com problemas neurológicos;
estimular a musculatura e treinar a coordenação motora de pessoas idosas e com deformações, artrites, reumatismo e outros problemas nas articulações;
evitar problemas circulatórios e posturais em gestantes e fazer treinamento para o parto;
promover a recuperação motora de doentes com seqüelas de traumatismo craniano, derrame cerebral ou paralisia;
tratar deformidades da coluna ou problemas de postura com exercícios de alongamento e de fortalecimento da musculatura, a chamada reeducação postural global (RPG). 

Além disso, usam recursos como eletricidade, calor e frio, raios laser, ultravioleta ou infravermelhos e exercícios na água para aumentar a capacidade de movimentação, estimular a circulação e diminuir as dores de pacientes com fraturas, traumas musculares e luxações. Atuam também na área da medicina estética, auxiliando cirurgiões plásticos no processo de recuperação de pacientes.
Para se tornar um profissional da fisioterapia é preciso adquirir formação específica na área, através de concurso de vestibular. A duração do curso é de em média cinco anos, exigindo uma etapa de estágios em hospitais a fim de dar as primeiras experiências práticas na profissão.
A fisioterapia é uma área de muitas possibilidades de atuação, podendo o profissional manter consultório particular, atender em clínicas, centros de reabilitação, academias, escolas, clubes, hospitais, etc., além de ter espaço de atuação como pesquisador.
Parabéns a todos os Fisioterapeutas!!!
Fontes:
13/10 – Dia do Terapeuta Ocupacional
A história da Terapia Ocupacional é recente, mas a atividade humana, enquanto recurso terapêutico, foi utilizada, de forma pouco consciente e pouco científica, desde os tempos mais remotos. O homem percebe que as atividades possuem características capazes de influenciá-lo, afetá-lo e transformá-lo e as utiliza, a princípio de forma intuitiva, para trabalhar aspectos físicos e emocionais.
Com a Revolução Industrial, no final do século XIX, surgiram os acidentes industriais e com eles o número de pessoas incapacitadas aumentou. Era fundamental que aparecesse uma nova forma de tratamento para as incapacidades que surgiam a partir daí.
Nas duas primeiras décadas do século XX ocorreu o início formal da Terapia Ocupacional, com o renascimento do tratamento moral, impulsionado pela necessidade de tratamento de soldados feridos na Primeira Guerra Mundial.
Em 1915 William Rusch Dunton publica o livro Occupational Therapy: manual for nurses, surgindo, então, pela primeira vez, o termo Terapia Ocupacional e a primeira escola na área, em Chicago (EUA).
Em 1957 surge a World Federation of Occupational Therapy (WFOT), que contribuiu positivamente para o desenvolvimento da profissão, universalizando o programa educativo e expondo padrões básicos exigidos para a formação do terapeuta ocupacional.
No Brasil, o primeiro curso de Terapia Ocupacional, instalado pela ONU, com duração de um ano, foi ministrado no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, sendo regulamentado em 1964.
No dia 13 de outubro de 1969, a profissão adquiriu seus direitos, por meio do Decreto-lei nº. 938/69, no qual foram definidas as atribuições da Terapia Ocupacional e reconhecida a sua formação como um curso superior.
(Adriana L. P. Aparecido – Terapeuta Ocupacional - CREFITO: 3/8067-TO)
A Terapia Ocupacional, profissão da área de saúde, regulamentada em nível superior. Trabalha com atividades humanas, planeja e organiza o cotidiano (dia-a-dia), possibilitando melhor qualidade de vida.
 Seu interesse está relacionado ao desenvolvimento, educação, emoções, desejos, habilidades, organização de tempo, conhecimento do corpo em atividade, utilização de recursos tecnológicos e equipamentos urbanos, ambiência, facilitação e economia de energia nas atividades cotidianas e laborais (trabalho), objetivando o maior grau de autonomia e independência possível.
O terapeuta se ocupa da realização de atividades, desde as mais simples, como escovar os dentes ou levar alimentos à boca, às mais complexas, como dirigir um automóvel ou dirigir uma empresa, promovendo, prevenindo, desenvolvendo, tratando, recuperando pessoas ou grupos de pessoas que apresentam qualquer alteração na realização de atividades de auto-cuidado ou interação social, melhorando o desempenho funcional e reduzindo desvantagens.
O terapeuta ocupacional promove a inclusão social e a autonomia dos pacientes no convívio com a sociedade. Este profissional emprega tecnologia nos tratamentos, desenvolve projetos de reabilitação e adaptação, previne problemas, recupera lesões (físicas ou mentais), elabora e promove a avaliação de atividades físicas, desde os recém-nascidos até os mais idosos, em grupo ou individualmente.
O terapeuta pode atuar em domicílios, empresas, creches, centros de saúde, asilos, centros de convivência, escolas, clínicas, hospitais e até instituições penitenciárias. O mercado está aquecido neste setor, principalmente em instituições de reabilitação como a APAE (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) e o Programa de Saúde da Família do governo federal. A área mais carente concentra-se no interior do país, onde há pouca oferta do trabalho desse profissional. Áreas específicas da Medicina, como Gerontologia, Oncologia e Saúde do Trabalho também precisam da ajuda do terapeuta ocupacional.

Parabéns a todos esses dedicados profissionais!!!
Fontes:

Lembrem-se, as mudanças acontecem “De dentro pra fora!”


 
 



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